Hoje eu vou mudar… Já diria “Vanusa”…


Muitos devem estar se perguntando o que está acontecendo comigo, e o porquê de eu de repente entrar na pira das receitas sem carboidratos e tals. Será a crise dos 40? Pela qual todos passam?

Na verdade, não há muito mistério, mas sim algo bem previsível que eu sabia que mais cedo ou mais tarde aconteceria: um p_ _ _ cagaço que levei de meu cardiologista ao me informar a minha pressão arterial: 18 x 13. E que a razão disso era meu sobrepeso.

No momento, afundei lentamente na poltrona do consultório e fiquei perplexo. Finalmente, havia chegado o momento que eu tanto temia: O momento em que eu levaria um puxão de orelha e teria que tomar alguma atitude. E não era uma opção.
Meu cardiologista, Dr. Álvaro Pacheco, quem eu não troco por nada no planeta e que cuida de mim há mais de 3 anos, sugeriu que, já que eu era um bom comilão, que eu me informasse mais sobre a Dieta Paleolítica, ou simplesmente, Dieta Paleo. Entrei no Blog que falava a respeito da dieta e decidi tentar. Por que não?

A Dieta Paleo é baseada no que os homens das cavernas comiam há 2,5 milhões de anos atrás. Em resumo, nada que seja cultivado… Nada de grãos… Nada de açúcar… Muita proteína… E ZERO carboidratos… Aí, ferrou. O que fazer com um consumidor ávido de pizzas? E hambúrgueres?

Ah, queridão… Ou é isso, ou o cemitério. Infelizmente essa é a realidade.

Então, por que não tentar, através de meus conhecimentos de culinária, adaptar meus pratos e tornar a minha dieta o mais prazerosa possível?

Foi aí que comecei a mudar meus hábitos alimentares e a descobrir que gordura não faz mal, e sim a combinação dela com açúcar e carboidratos. Descobri também que em apenas três dias de dieta, todos os meus índices (tipo colesterol, glicemia, triglicerídeos) tinham despencado absurdamente. Descobri que comendo muito bem, eu digo MUITO bem, eu comecei a perder uma média de 0,5 quilos por dia no início da dieta.

No início fiquei um pouco assustado. Omelete de bacon no café da manhã? No primeiro dia de dieta? PODE! E a gente não fica com fome… nem um pouco…

Mas não pensem que é fácil, porque não é! A gente bate pino no início. Síndrome de abstinência de drogas, como muitas publicações informam. E é verdade. O raciocínio fica comprometido nas primeiras semanas. Mas se você resistir às primeiras duas semanas, o resto você tira de letra.

Nesses dois meses, contabilizo 13 quilos a menos. E agora parei… Meu peso estabilizou. Se me perguntam “quantos quilos quero reduzir”, a resposta é “não estou fazendo isso para reduzir peso, e sim para ficar saudável”. Agora daqui para frente, exercícios! Comprei uma bike, e é meu transporte para o trabalho. Não polui, e exercita!

Adoro ser gordinho! Adoro ser o “Tio Urso”, não tenho problema nenhum com isso. Não me imagino muito magro nem modelão. Deus me livre!

Mas quero ter filhos, e ver meus sobrinhos adultos. Ponto!

Então, meus queridos, daqui pra frente vocês vão ter muitas receitas da Dieta Paleolítica, muitas receitas ZERO carboidratos, mas com muito sabor, ah, isso eu garanto!

Já saiu “Lasanha de Berinjela”, “Muffin de Maçã”, “Muffin de Chocolate e Coco”, “Pizza Zero Carb”, “Biscoito Salgado” e muito mais.

Bom, é isso! Espero que gostem das receitas, e me avisem se eu ficar muito chato!

Beijoooooooooo

Pesto e Suas Variações!

Ontem, lendo uma revista, vi uma coisa muito interessante:
Uma receita clássica que pode variar muito sem perder sua essência, adequando-se ao gosto de cada pessoa! O Pesto!

Na verdade, quando falamos em “Pesto”, pensamos na receita básica, feita com manjericão e pinholi que encontramos na maioria dos restaurantes.

O que não percebemos, são as inúmeras combinações e variações que ele permite.

Essa revista trazia uma sequência da escolha dos ingredientes para fazer seu Pesto de sua maneira, de acordo com o seu paladar.

Você vai ver que não é tão difícil assim.

Para você fazer seu Pesto, siga a sequência!

Escolha o tipo de noz que você quer: Pinholis – Amêndoas – Nozes – Castanhas de Cajú – Noz Pecan – Avelãs – Pistaches. Após escolhido, coloque 1/2 xícara delas em uma frigideira em fogo brando até que estejam levemente tostadas. Espere esfriar coloque no processador/liquidificador.

Escolha a base de seu Pesto: Manjericão – Rúcula – Salsinha – Coentro – Agrião – Espinafre – Couve (essa é nova para mim!). Adicione pelo menos 3 xícaras ao processador/liquidificador.

Escolha o tempero (até 3): Alho picado – Casca de Limão Siciliano Ralada – Pimenta Calabresa – Orégano Fresco Picado – Tomilho – Alecrim picado. Adicione de 1/2 a uma colher de sopa do tempero ao processador/liquidificador, com mais 1/2 colher de chá de sal. Pulse até obter uma pasta.

Escolha um queijo: Parmesão – Grana Padano – Pecorino – Ricota Defumada – Calcar. Adicione 1/2 xícara desse queijo ralado ao processador/liquidificador e pulse até todos os ingredientes estarem incorporados.

Com o processador/liquidificador ligado, adicione 1/2 xícara de azeite de oliva extra virgem, ou um pouco mais, até obter a consistência desejada.

Para finalizar, temos uma gama de ingredientes que podem ser adicionados ao Pesto: Queijo Marcarpone – Tomates Secos Picados – Azeitonas Picadas – Pimentôes Assados – Ricota Temperada.Transfira o Pesto para uma tigela pequena, e adicione de 1/4 a 1/2 xícara de qualquer um desses ingredientes.

Viu como é fácil? Desmistificamos o Pesto!
Ele pode ser usado em massas, frango, camarão, bruschettas e uma infinidade de pratos.

Agora é testar e ver como fica!

Ah, essa quantidade de Pesto, dá suficiente para um pacote de 500 gramas de massa.

Depois me contem como fizeram e como ficou!

Abração e até a próxima!